“As possibilidades de manipulação política no uso dessas ferramentas ficaram evidentes nas últimas eleições presidenciais no Brasil com a sistemática disseminação de ataques virulentos e falsos que especularam com fobias e preconceitos estabelecidos socialmente”
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Fake news e distorção cognitiva

Pesquisadores sugerem que estamos propensos a um tipo especial de distorção cognitiva motivada por nossos valores e que conservadores seriam mais suscetíveis a serem vitimados por notícias falsas, porque estão mais expostos na Internet a esse tipo de lixo e porque confiariam mais em sua intuição As plataformas digitais que permitem interação e extraordinária disseminação

“Witzel e Rodrigo Amorim em uma das cenas mais lamentáveis da última campanha”.

O Estado apodrecido

O jornalista Allan de Abreu, da revista Piauí, produziu uma matéria sobre as investigações do assassinato de Marielle Franco – “A Metástase” – que permite compreender as razões pelas quais as investigações patinaram durante quase um ano, até a prisão, essa semana, do sargento PM aposentado Ronnie Lessa e do ex-PM Élcio Vieira de Queiroz.

Tragédia na Venezuela poderá ser pior
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Tragédia na Venezuela poderá ser pior

Mais de 3,4 milhões de venezuelanos emigraram por conta da radicalidade da crise econômica, social e política, o que significa mais de 10% da população. Os números seguem crescendo, porque o povo não vislumbra perspectivas. Como assinalou o jornalista Joaquin Sánchez Mariño, no texto “Siete días en Venezuela: crônica urgente de um Pueblo herido de

Projeto de Moro não trata de Segurança Pública, mas de persecução penal.
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O pacote de Moro e o populismo penal

Na Idade Média, em vários países europeus, surtos de doenças como a peste bubônica dizimavam até 1/3 da população. Na época, pela ausência de conhecimentos científicos, a visão predominante considerava que os eventos trágicos eram castigos divinos. Faltas pretensamente cometidas por pessoas ou grupos de pessoas estariam na origem do problema. Mulheres, judeus, “infiéis”, entre

Flavio Bolsonaro e Jair Bolsonaro

O poder dos matadores

A Agência Pública trouxe, essa semana, entrevista com o sociólogo José Cláudio Souza Alves, ex-pró-reitor de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), a respeito das milícias (veja aqui). Ele estuda o fenômeno há 26 anos e é autor do livro “Dos Barões ao extermínio: a história da violência na Baixada Fluminense”.

A crise penitenciária

Não se sabe exatamente o que o Governo Federal fará na área da Segurança Pública. Os pontos sustentados na campanha eleitoral por Jair Bolsonaro envolvem, basicamente, três diretrizes: a) maior facilidade à população para o acesso às armas de fogo; b) endurecimento da execução penal com redução de benefícios legais aos presos e c) exclusão